segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ensino Médio em debate

Há duas avaliações possíveis em relação à educação brasileira em geral. Pode-se ressaltar os problemas apontados nos testes nacionais e a má colocação do País nos principais rankings internacionais ou olhar pelo lado positivo, de que o acesso à escola está perto da universalização e a comparação de índices de qualidade dos últimos anos aponta uma trajetória de melhora. Já sobre o ensino médio, não há opção: os dados de abandono são alarmantes e não há avanço na qualidade na última década. Para entender por que a maioria dos jovens brasileiros entra nesta etapa escolar, mas apenas metade permanece até o fim e uma pequena minoria realmente aprende o que deveria, o iG Educação apresenta esta semana uma serie de reportagens sobre o fracasso do ensino médio.

Veja reportagem completa no portal www.ig.com.br

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Crianças com acesso a internet

O vídeo no link abaixo relata uma experiência de inclusão digital na Índia. Como toda experiência inovadora provoca debate e ajuda a pensar estratégias. Assista e comente.

http://www.youtube.com/watch?v=Xx8vCy9eloE

Dicas e conselhos contra a exploração de crianças na internet

A Rádio Câmara divulga desde a semana passada a campanha contra a pedofilia na internet. O objetivo é alertar a população sobre o aliciamento e a exploração de imagens de crianças e adolescentes na internet. A iniciativa foi idealizada para integrar as comemorações pelo Dia Mundial da Internet Segura (8 de Fevereiro). O tema deste ano é: "Estar online é mais que um jogo. É sua vida".

A campanha, feita em parceria com a Polícia Federal, é composta de mensagens de 30 segundos que informam como agem os pedófilos, como se prevenir da ação deles, como a família pode agir para proteger as crianças e os adolescentes, como identificar sintomas de abuso e como efetuar a denúncia. Veja abaixo os temas abordados que servem também como dicas e conselhos para os pais. Se você quiser ouvir os spots é só acessar www.radio.camara.gov.br

1 - Evite armadilhas virtuais
2 - Pedófilo pode usar salas de bate-papo e e-mail para fazer convites
3 - Eliminar a internet não é a solução
4 - Pedófilo costuma ser alguém acima de qualquer suspeita
5 - A maioria dos pedófilos é do sexo masculino
6 - Pedófilo tenta ficar sozinho com as crianças
7 - Abusador pode se passar por alguém da mesma idade da criança
8 - Pedófilo se vale da curiosidade típica das crianças
9 - Contatos iniciais do pedófilo buscam identificar gostos e pontos fracos da criança
10 - Criança solitária tem mais possibilidade de ser seduzida pelo abusador
11 - Criança com pouca autoestima tem mais chance de se tornar vítima
12 - Abusador geralmente aborda temas sexuais nas conversas
13 - Informações fornecidas pelas próprias crianças podem ser utilizadas pelos pedófilos
14 - Pedófilo costuma sugerir que criança ligue webcam
15 - Lan house pode ser perigosa
16 - Pais devem ser modelos para os filhos
17 - Conversar com os filhos é mais importante que proibições rígidas
18 - A família deve se interessar pelas atividades das crianças
19 - Instalar um programa de segurança no computador é uma forma de proteção
20 - Aprenda mais sobre a internet
21 - Estabeleça regras razoáveis para o uso da internet
22 - Saiba por onde seu filho navega
23 - Procure saber o que seu filho escreve em blogs e salas de bate-papo
24 - Recomende a seus filhos o uso de apelidos na internet
25 - Conheça os amigos virtuais das crianças
26 - O diálogo é a melhor maneira de prevenção
27 - Responsabilidade pela prevenção e proteção é de todos
28 - Os sinais de quem sofre abuso
29 - Vítima de abuso sexual apresentam algumas características
30 - Internet: pais devem ficar muito atentos
31 - Critérios ao adicionar ''amigos'' em redes sociais
32 - Os perigos das redes sociais
33 - Atenção ao conteúdo baixado da internet)
34 - Cuidado com o celular
35 - Como denunciar uso indevido de imagem na internet
36 - Como denunciar a pornografia infantil

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A força dos jovens para a democracia

Quando os manifestantes egípcios na Praça Tahrir enfrentaram as forças pró-governo, eles fizeram uso de uma lição aprendida com seus colegas da Tunísia. "Um conselho para os jovens do Egito: coloquem vinagre ou cebola sob o seu lenço para combater o gás lacrimogêneo".

A troca de informações no Facebook fazia parte de uma notável colaboração de dois anos que deu origem a uma nova força no mundo árabe – um movimento juvenil pan-árabe dedicado à difusão da democracia em uma região que vivia sem ela.

Jovens ativistas egípcios e tunisinos debateram o uso da tecnologia para iludir a vigilância, falaram sobre tortura e trocaram dicas práticas sobre como enfrentar balas de borracha e organizar barricadas. Eles misturaram seus conhecimentos seculares em redes sociais com uma disciplina aprendida de movimentos religiosos, e combinaram a energia dos torcedores de futebol com a sofisticação dos cirurgiões e psiquiatras.

Rompendo com os veteranos da oposição política árabe, que confiaram em táticas de resistência não-violenta canalizada a partir de um estudioso americano através de uma brigada de jovens da Sérvia, mas também em táticas de marketing usadas no Vale do Silício

(.......)

Agora, os jovens líderes estão olhando para além do Egito. "A Tunísia é a força que empurrou o Egito, mas o que o Egito fez será a força que irá empurrar o mundo", disse Rachid Walid, um dos membros do Movimento da Juventude do 06 de Abril, que ajudou a organizar a manifestação do dia 25 de janeiro. Ele falou em uma reunião na noite de domingo, onde os membros discutiram compartilhar suas experiências com os movimentos de juventude similares na Líbia, Argélia, Marrocos e Irã.

"Se um pequeno grupo de pessoas em todos os países árabes for às ruas e perseverar como nós fizemos, então esse seria o fim de todos os regimes", disse ele, brincando que a próxima cúpula árabe poderia ser "uma festa de debutante" para todos os jovens líderes ascendente.


Veja matéria completa no New York Times

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Crianças consumistas - capitalismo no DNA

Nos últimos 10 anos cresceu a preocupação dos técnicos dos governos, dos políticos e do capital sobre a necessidade de se projetar cenários para o futuro. Esta projeção nos mostra como, a classe dominante materializa e projeta para dentro da classe trabalhadora sua ideia de manutenção da ordem. Mas por que as crianças da classe trabalhadora?

Destacaremos 4 pontos introdutórios para o debate.

1. O futuro exército produtivo
América Latina possui aproximadamente 600 milhões de habitantes. Destes, pouco mais de 27% têm até 14 anos de idade. Se analisarmos as projeções para os próximos 25 anos, este grupo terá entre 25 a 39 anos de idade.

Em 25 anos estas crianças já terão passado por um processo de formação ideológica, cultural e política que moldará em muitos sentidos sua forma de ver e atuar sobre o mundo. Supõe-se que, quanto mais cedo estas crianças forem educadas no projeto da classe dominante menor resistência estas terão, para assumir sua posição periférica na tomada de decisão em seus territórios.

É com base nesta relação formal de educar/adestrar para a venda da força de trabalho, que o capital determina o que é importante que as crianças internalizem: as imagens, as brincadeiras, os princípios e valores do consumismo-individualismo e, a concepção de que se destaque o “melhor” em cada ambiente de convívio social.

Assim se reitera a ideia sobre a melhor escola, o melhor bairro para se viver, a melhor empresa para trabalhar, o melhor sujeito em contraposição aos piores.

2. A formação da consciência
Na formação da consciência burguesa desta futura juventude, não pode haver espaço para questionamentos sobre a ordem.

O capital só materializa sua formação da consciência, caso domine. O modo de produção dominante consolidou as bases materiais concretas para desenvolver aparatos técnicos científicos que o permita tirar vantagens de sua posição de classe hegemônica.

Também existe a intenção de aniquilar com o sentido do público enquanto se reitera a força do privado, logo, além da conquista do capital sobre o trabalho, deve-se de uns poucos sujeitos sobre muitos.

E, se ainda é possível visualizarmos a importância dos direitos sociais da nossa constituição na atualidade, a intenção do capital é de trabalhar agora para que no futuro estas bandeiras caiam por terra, na pedagogia do exemplo.

3. Um exemplo concreto do projeção do capital.
No estado do Espírito Santo existe um projeto do capital que atua neste território denominado ES: 2025. Dita projeção com linhas de ação concretas para os 25 anos elegeu o governador anterior Paulo Hartung como o mais bem votado do País.

A Vale é uma das empresas que atua no Espírito Santo em ação, ONG criada para projetar-executar as linhas de reconstrução do território capixaba.

A empresa faz uma parceria com algumas escolas públicas e leva as crianças dos centros municipais de educação infantil para conhecerem suas instalações. Disponibiliza o ônibus, os instrutores, explica pedagogicamente o processo a ser apreendido, distribui jogos “educativos” de presente, dá lanche e retorna as crianças para a escola e suas famílias com a certeza de que reproduziu, a partir daquele momento, o diferente e belo na vida daqueles futuros trabalhadores.

Esta ação concreta mexe diretamente com a formação da consciência tanto das crianças, quanto de parte dos educadores, incluindo seus familiares. Por quê? Para que as crianças sejam as que:

a) Verão naquela empresa a possibilidade de se empregarem no futuro; b) Desejarão desde já fazer o melhor para serem selecionadas, ou seja, fazerem por onde estar ali; c) Visualizarão um conceito de sustentabilidade dado pela empresa que disfarça o real vivido. No jogo de montar não se vê minério e sim meio ambiente ecologicamente bem sustentado; d) Poderão comparar o que têm e projetar para o que querem para o futuro, a partir do que ali viveram. Isto as remeterá inclusive para uma reflexão individual sobre a situação dos pais, dos amigos, do bairro, com o fim de ou negarem o que têm, ou reforçarem o que querem para saírem do espaço dos que nada têm.

A Vale projeta, junto com seus pares, um futuro de submissão para estas crianças da classe, cuja aparente certeza de inclusão, se constrói sob as bases dos princípios e valores ditados pelo grande capital.

4. O que está em jogo afinal?

Está em jogo a manutenção da acumulação de capital centrada na exploração do trabalho, fruto de uma perversa dominação de classe.

Está em jogo o atual consumo da criança associado à inserção futura como trabalhador endividado consciente. Enquanto hoje são os pais os que arcam de forma endividada com o consumo das crianças, amanhã estes trabalhadores já terão internalizado que toda inclusão passa pelo tipo de consumo que são capazes de desejar e realizar.

Está em jogo a formação da consciência de que não existe outro projeto senão o da classe dominante. Talvez esta seja a mensagem mais clara de todas: a de que só resta para o trabalho, trabalhar para consumir e que a acumulação fica como propriedade privada, indiscutível, de quem emprega.

Está em jogo eliminar a disputa, as contradições, e colocar no lugar da divergência um processo de dominação de classe como um projeto único de sociedade.

Isto não é novo na dinâmica de manutenção da hegemonia capitalista. Quiçá as bases técnico-científicas com as quais o capital ora conta, coloquem outros elementos que dificultam ainda mais a clareza dos projetos e processos em disputa.

Roberta Traspadini - Economista, educadora popular e integrante da Consulta Popular/ ES.
No site Radioagencia NP

TV Escola discute rebeldia

Por definição, rebelde é quem se rebela, não se submete, não acata ordem ou disciplina. Para além das palavras, entretanto, os exemplos de rebeldes históricos dão conta de sujeitos que questionaram as autoridades vigentes e se revoltaram contra a rigidez conservadora. Mártires, músicos, escritores, filósofos, religiosos, indivíduos desalinhados, enfim, que imprimiram sua marca e, em muitos casos, modificaram o conjunto de idéias de uma geração. O pensamento rebelde é o tema da programação semanal da TV Escola no período de 14 a 18 de fevereiro.

O destaque da programação é a série Tempos de rebeldia, produção canadense com quatro capítulos, que vão desde as origens da rebeldia cultural até o movimento punk. O filme traz curiosidades como a história do clube dos comedores de haxixe, fundado em 1845 por intelectuais parisienses. Juntos, personalidades como Alexandre Dumas, Balzac, Baudelaire e Théophile Gautier comiam uma pasta verde de haxixe e escreviam sobre suas alucinações. Um dos presentes deveria, segundo a tradição do clube, se abster do haxixe e, assim, controlar os demais e relatar os fatos posteriores de maneira fidedigna.

No episódio sobre movimento punk, a série traz entrevistas com ícones como Malcolm Mclaren, ex-empresário das bandas New York Dolls e Sex Pistols; John Lydon, ex-vocalista dos Sex Pistols e Jello Biafra, vocalista da banda californiana Dead Kennedys. Além da contextualização histórica do movimento, o filme traz cenas de shows, concertos e protestos.

Chacal – O convidado da semana temática da TV Escola é o poeta Chacal, pseudônimo de Ricardo de Carvalho. Autor de versos incisivos e irreverentes, o autor está entre os que acreditam na função contestadora da arte. Em um de seus versos, publicado no livro Belvedere, Chacal conceitua: “o poeta se faz do sabor/de se saber poeta/de não ter direito a outro ofício/de se achar de real utilidade pública/ escrevendo tocando criando”. O autor falará sobre os movimentos de contracultura da década de 60.

A TV Escola pode ser assistida no canal 112 da operadora SKY, 694 da Telefônica TV Digital, 123 da Via Embratel, pela antena parabólica analógica, na horizontal, frequência 3770 e digital banda C Vertical, frequência 3965 e também pela página eletrônica da emissora.

Do site do MEC

Crianças sem rótulos

Veja no link o vídeo excelente sobre os diversos rótulos inventados para justificar a incapacidade dos adultos de lidar com os potenciais das crianças.

Clica aqui: http://www.youtube.com/watch?v=P_X500l2rhQ

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Violência contra a mulher atinge também crianças

O Ligue 180, serviço da Secretaria Nacional de Política para as Mulheres, contabilizou em 2010 um aumento de 128% no total de denúncias de violência contra a mulher em relação ao registrado no ano anterior. De acordo com os dados da Central de Atendimento à Mulher, foram 615.791 registros entre janeiro e outubro do ano passado - últimos dados disponibilizados -, contra 269.258 casos no mesmo período de 2009.

O balanço do governo federal aponta que as denúncias foram feitas, em sua maioria, por mulheres com idades entre 20 e 49 anos, casadas e com ensino médio completo. Desse grupo, 84,7% têm filhos, sendo que 17% deles foram agredidos junto com a mãe e 67% estavam presentes quando a mãe foi violentada.
Segundo a coordenadora da Central de Atendimento à Mulher Ana Paula Gonçalves, a divulgação do serviço faz com que as mulheres passem a procurar mais a central.
- As pessoas têm conhecimento [da central] e acabam sendo influenciadas a ligar. O serviço é de utilidade pública de emergência.
O atendimento, feito por 160 atendentes – todas mulheres – é concentrado em Brasília (DF). Segundo Ana Paula, todas as funcionárias são treinadas e instruídas sobre a lei Maria da Penha (11.340/06) e sobre violência doméstica.
- É uma ligação que não tem tempo pré-determinado. À medida que a atendente verifica a demanda da mulher, direciona aos serviços próximos à residência dela.
A coordenadora conta ainda que, paralelamente, aos atendimentos, é feito um levantamento dos serviços que as mulheres mais precisam. Em todo o país há 388 delegacias especializadas em violência contra a mulher.
O levantamento aponta que, de um total de 95.549 denúncias de violência, 69% foram feitas pelas mulheres contra os parceiros atuais ou ex-companheiros. O estudo também mostra que 57,7% das denunciantes são agredidas todos os dias.
Dos relatos colhidos na Central 180, 55.918 foram sobre violência física, 24.663 sobre violência psicológica, 11.323 sobre violência moral e 2.017 sobre violência sexual.

O Estado que mais recebeu denúncias foi São Paulo, com 87.088 relatos. O segundo no ranking foi a Bahia, com 58.413 atendimentos. Em terceiro lugar ficou o Rio de Janeiro, com 45.019 chamados.

Do Portal www.r7.com.br

800 mil pessoas ainda em assentamentos no Haiti

Um ano após o terremoto ter atingido o país, estima-se que 800 mil pessoas ainda vivam em mais de 1.000 campos ou assentamentos que foram criados após o desastre. O desafio diário de sobrevivência nestas condições pode tornar a reposição de uma certidão de nascimento ou documento de identidade uma prioridade para muitos.

“Após uma emergência, ter a documentação necessária é fundamental para garantir que pessoas vulneráveis não sejam esquecidas”, disse Vincent Briard, oficial de proteção do ACNUR no Haiti. “No curto prazo, documentos de identidade permitem às pessoas ter acesso à ajuda; no longo prazo, eles previnem que elas se tornem apátridas. Muitas
pessoas com as quais estamos trabalhando nunca tiveram estes documentos e sem eles, sequer existem formalmente. Dar-lhes uma certidão de nascimento permite que reconquistem seus direitos como cidadãos”.

A campanha de documentação é um dos 43 projetos de rápido impacto iniciados pelo ACNUR para assistir sobreviventes do terremoto, que matou dezenas de milhares de pessoas. Outros projetos tratam de questões como proteção de mulheres contra violência ou agressão sexual nos campos e geração de renda para os sobreviventes.
A maioria das 1.500 pessoas que foram assistidas pelo projeto de documentação são mulheres que não possuem mais um parceiro para ajudá-las a sustentar suas famílias. Muitas abrigam crianças que se tornaram órfãs com o terremoto. Algumas deram a luz nos campos. Sem prova de cidadania, crianças podem não conseguir ir à escola ou receber cuidados médicos. Elas também estão mais vulneráveis ao tráfico de
pessoas.

“O Registro de nascimento é um primeiro passo essencial para garantir os direitos de uma criança”, disse Urbens Dieuveuil, gerente da ONG parceira do ACNUR ACAT Haiti, envolvida no projeto. “O registro é prova não apenas dos direitos que derivam da cidadania, mas também da própria existência”.

Registrar um nascimento no Haiti nunca foi um processo simples. Os obstáculos burocráticos podem confundir mesmo aqueles bem informados e em boas condições financeiras. Para os pobres e vulneráveis, que perderam suas casas no terremoto, a distância, o tempo e o dinheiro necessários para registrar uma criança nos seus primeiros dois anos de vida - como é o caso do Haiti - pode ser uma tarefa muito difícil.

O direito à cidadania é com frequencia chamado de “direito a ter direitos”, por causa do status oficial que expressa e o acesso que provê aos serviços básicos e reconhecimento perante a lei. Trabalhando com o Ministério da Justiça haitiano, ONGs locais e outras organizações da ONU, como a UNICEF, o ACNUR planeja expandir seu projeto de registro em 2011.

Leia a íntegra desta matéria em: http://www.acnur.org/t3/portugues/