terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

30 países compretem-se a não usar bombas que afetam majoritariamente civis e crianças


Na semana passada comemorou-se a trigésima ratificação da convenção que pretende banir o uso de bombas que contém múltiplos explosivos, conhecidas como “cluster munition”. Usadas em 1943 pela URSS contra a Alemanha; pelos Alemães contra os Ingleses; pelos Estados Unidos em 1960 e 1970 no Camboja, Laos e Vietnam; por Israel na Síria em 1973; no Líbano em 1978; o exército soviético fez uso em 1979 1989 no Afeganistão; A Inglaterra usou contra a Argentina nas Ilhas Malvinas em 1982; a França usou no Chad em 1986 e 1987; em 1991 USA e seus aliados França, Arábia Saudita e Inglaterra usaram no Iraque, Kwait e Arábia Saudita; também foram usadas na Angola, na Bósnia e Herzegovina; Croácia, Sudão, Serra Leoa, Etiópia, Albânia, Congo e em diversos outros país.
Este tipo de arma é lançado por aviões ou artilharia e seu efeito, além da explosão e dos estilhaços é transformar a área atingida num verdadeiro campo minado. Muitas das sub-bombas, granadas e outros componentes podem não ser detonados no momento e permanecem como uma ameaça à população civil que sofre as conseqüências de sua explosão tardia provocando a mutilação e a morte. As estimativas revelam que 60% das pessoas atingidas por este tipo de bomba são civis e especialmente crianças.
Até o momento 104 países assinaram esta convenção e 30 já a ratificaram. Há uma grande expectativa em erradicar totalmente o uso deste tipo de arma.
Mais informações no site http://www.stopclustermunitions.org

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